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Henrique Pousão

Este pequeno texto tem como objetivo dar a conhecer a vida e a obra de Henrique César de Araújo Pousão . Este talento original da arte portuguesa nasceu em Vila Viçosa em 1859 e viria a falecer, no mesmo lugar, em 1884, vítima de uma tuberculose. Contudo, em vinte e cinco anos de vida, conseguiu ser um caso à parte na arte portuguesa.

Clique para saber mais:

http://www.slideshare.net/CPH/henrique-pouso

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20 anos idos – O Muro de Berlim

Quando o “muro” foi construído, a Alemanha era uma nação dividida há já 16 anos uma nação dividida. Após a capitulação, em Maio de 1945, o país foi dividido em quatro zonas de ocupação. Em 1949, as zonas francesa, inglesa e norte americana estiveram na origem da República Federal Alemã (RFA) e a soviética deu origem à República Democrática Alemã (RDA), que escolheu Berlim Leste como capital. Com a constituição das duas Alemanhas, a cidade de Berlim, tornou-se uma ilha no interior da RDA. A metade ocidental de Berlim passou a ser, incómoda, montra de prosperidade para o Bloco de Leste, ou melhor, para a União Soviética.

A 10 de Novembro de 1958, o líder comunista Nikita Kruchtchev exigiu o fim do estatuto das quatro potências em Berlim, insistindo que Berlim Ocidental fosse transformada numa “cidade livre”, desmilitarizada e que o controlo das vias de acesso a Berlim passasse a ser feito pela República Democrática Alemã. Seria o primeiro ultimato.
O desafio de Kruchtchev era hábil: os Aliados seriam confrontados com a escolha de reconhecerem a RDA ou iniciarem uma guerra, com o pretexto burocrático de saber quem devia carimbar os documentos de trânsito. A posição de Moscovo não dissimulava, no entanto, uma debilidade soviética. Berlim estava a revelar-se um gigantesco rombo na “Cortina de Ferro”: 2,68 milhões de pessoas fugiram da RDA para o Ocidente, entre 1949 e 1961. Se a tendência se mantivesse, o auto-intitulado “paraíso dos operários” deixaria de ter trabalhadores.
A situação económica da RDA agudizou-se na Primavera de 1961 e, de imediato, o número de refugiados cresce diariamente. No ar pairava o sentimento de que “qualquer coisa” estava prestes a acontecer: Walter Ulbricht exige medidas determinadas a Moscovo para estancar o êxodo, mas Kruchtchev decidiu esperar pelo seu encontro com o presidente americano John F.Kennedy, em Viena.
Quando Kennedy assumiu funções tinham já decorrido três anos sobre o primeiro ultimato de Kruchtchev. A passagem do tempo tinha reduzido a credibilidade da ameaça e afastado o sentimento generalizado de perigo. Porém, precisamente no momento em que a crise de Berlim se parecia desanuviar, a tentativa falhada da administração Kennedy para derrubar Fidel Castro, na Baía dos Porcos, e a indecisão presidencial em relação ao Laos teriam convencido o líder comunista que Kennedy era vulnerável. Na cimeira de Viena, o senhor do Kremlin validou o ultimato, exigindo a retirada das tropas aliadas de Berlim ocidental até ao final do ano. O Presidente norte-americano recusou, abrindo-se assim um dos períodos de confrontação mais intensos de toda a Guerra Fria.
“Ninguém tem intenção de erguer um Muro”, afirmou Walter Ulbricht, a 15 de Junho de 1961, numa conferência de imprensa internacional na “Haus der Ministerien”. Menos de dois meses depois, a mentira de Ulbricht seria desmascarada. O chefe de Estado da RDA, corroborado pelo seu chefe de segurança, Erich Honecker, deu a ordem para, nas primeiras horas de 13 de Agosto, cercar Berlim, erguer barricadas de arame farpado entre o sector soviético e os restantes sectores. Viveram-se momentos dramáticos: fugas desesperadas no último minuto, famílias artificialmente separadas, vias de comunicação interrompidas, e casas expropriadas. Tudo isto perante o olhar horrorizado e os protestos de berlinenses ocidentais.
O diário “Bild” titulava, a 16 de Agosto de 1961, “ O Ocidente não faz NADA. O
Presidente Kennedy cala… Macmillan [primeiro ministro britânico] vai à caça e Adenauer… disparata com Brandt”.
Americanos e britânicos mostravam-se relutantes em arriscar uma guerra por causa da capital de um inimigo derrotado. Contrariamente à França, a Grã-Bretanha não identificava a sua segurança a longo prazo com o futuro da Alemanha e a construção do Muro não se enquadrava na definição americana de agressão, pelo que a Casa Branca decidiu não a desafiar militarmente, fazendo uma “cedência menor” ao Kremlin (a manutenção dos “three essentials”, garantida a partir de 1963, reforçou esta política).
A 24 de Agosto de 1961, o Muro cobrou a sua primeira vítima: Günter Litfin, um alfaiate de 24 anos. Até à revolução pacífica de 1989, que culminou com a queda do “Muro da
Vergonha”, centenas de alemães perderam a vida na tentativa de o atravessar.
Extraído de:http://correiodaeducacao.asa.pt/12596.html

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A Entrada e Participação de Portugal da I Guerra Mundial

4 de Novembro de 1916

Aqui a neve cai sem parar. A todo o momento ouço bombardeamentos e vejo soldados mortos. Soldados que combatem todos os dias em condições miseráveis. Portugal aliou-se à Inglaterra para combater o poderoso exército da Alemanha pois esta declarou-nos guerra por nós termos confiscado os barcos alemães nos nossos portos, a pedido dos Ingleses. Portugal entrou na guerra também para garantir as posses nos territórios africanos, mas a participação está a ter muitas consequências graves para Portugal, pois vejo todos os dias perdas humanas no exército português e vejo que estamos a ter um agravamento da situação económica do país.
Neste momento, tudo o que peço é que esta guerra termine brevemente.
A repórter: Sara Bravo
(9ºC)

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Ex. 6 Pág. 27 Do manual

No Paleolítico* tinham uma economia recolectora e uma vida nómada. Caçavam e pescavam fazendo um trabalho colectivo , embora fizessem uma divisão de tarefas/trabalhos entre homens e mulheres. Estes hominídeos faziam os seus instrumentos em pedra lascada. Para um maior sucesso de uma caçada, praticavam a pintura rupestre**. Com a invenção da pedra polida (pedra com que começaram a fazer os seus instrumentos), acabou o período do Paleolítico e começou o período Neolítico***. Neste novo período, apareceu a agricultura e a pastorícia e, com estas novas actividades, surgiu a economia produtora, a vida sedentária e os primeiros aldeamentos. Com a sedentarização, o homem desenvolveu a arte criando os monumentos megalíticos, como a anta ou dólmen e o menir ou menhir (os menires agrupados em linha recta designavam-se por alinhamento e em círculo chamavam-se cromeleque). Uma das actividades desenvolvidas por causa da agricultura e da pastorícia é o artesanato.

Conceitos:

Paleolítico*: do grego paleo = antiga e lithos = pedra

Rupestre**: pintura realizada nas paredes/rochas das cavernas pelos hominídeos no paleolítico superior, simbolizava um melhor sucesso durante as caçadas.

Neolítico***: do grego neo = nova e lithos = pedra

Trabalho elaborado por Sara Ramos, 7º C

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Conceitos básicos do tema A1: Das soc…

Conceitos básicos do tema A1: Das sociedades recolectoras às primeiras sociedades produtoras



Hominização: Lento processo de evolução física e intelectual do homem. O ser humano na fase de hominização designa-se por hominídeo.

Paleolítico: Período da vida da Humanidade em que os seres humanos faziam de pedra lascada os seus principais instrumentos.

Arqueologia: Ciência que estuda o passado através da pesquisa e interpretação de vestígios materiais eoutros documentos.

Fontes históricas: designação dos vestígios que testemunham a presença dos seres humanos de épocas passadas, em determinados locais.

Economia recolectora: forma de vida das populações que se limitam a recolher da natureza os alimentos que necessitam para sobreviver.

Nomadismo: sistema de vida das populações que têm necessidade de se deslocar constantemente à procura de alimentos.

Crescimento populacional:aumento da população existente num lugar, numa região, num país ou no Mundo.

Ritos mágicos: processos sobrenaturais que o Homem utiliza como tentattiva de dominar a Natureza. Exemplos: gritos, danças, gestos, pinturas, etc.

Arte rupestre ou parietal: pinturas e gravuras  feitas sobre pedra, geralamente nos tectos e paredes das grutas, ou ao ar livre.

 

Mesolítico: Período de transição entre o Paleolítico e o Neolítico.

 

Sedentarização: fixação permanente de um grupo humano num determinado local.

Crescente Fértil:região do Oriente Médio compreendendo os actuais Israel, Cisjordânia e Líbano bem como partes da Jordânia, da Síria, do Iraque, do Egipto e do sudeste da Turquia. O termo « Crescente Fértil » foi criado  em referência ao fato de o arco formado pelas diferentes zonas assemelhar-se a uma Lua crescente. Esta região é irrigada pelo Jordão, pelo Eufrates, pelo Tigre e pelo Nilo.

Neolítico:Período da Humanidade em que os seres humanos usavam já instrumentos em pedra polida. (neo=nvo+ Litos=pedra)

Economia de produção:forma de vida emque os seres humanos já sabem produzir os alimentos de que necessitam para a sua alimentação, cultivando a terra (agricultura) e domesticando os animais (pastorícia).

Revolução neolítica:conjunto de transformações que se verificaram no período do neolítico.

Aldeamentos:primeiras formas de povoamento quando, no Neolítico, surgiu a agricultura e a sedentarização.

Divisão do trabalho:método de produção em que cada trabalhador se especializa numa função.

Megálitos: monumentos megalíticos constituídos por grandes pedras.

 

 


 

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Era Uma Vez Aveiro

http://www.eraumavezemaveiro.com/index.php

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Revoluções Liberais

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